segunda-feira, 16 de novembro de 2009
NoTÍCIAS
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Dores de um solitário
O tempo fechou, as nuvens ficam negras iguais meus passos, meu caminho. O relógio volta para trás me fazendo sofrer as mesmas dores de tempos atrás.
O ar pesado dificulta e aperta a respiração, e faz doer o peito. Talvez a saudade e os amores perdidos ajudem a doer. E dói.
Os dias passam e sempre acabam iguais.
O tempo muda, mas é sempre o mesmo, o nosso tempo. O tempo em que vivemos... e morremos.
A vida que nos mata a cada dia, e o tempo que nos leva de uma e nos aproxima da outra. Que nos deixa mais aéreos e com as mesmas feridas.
Dores e mágoas a gente nunca esquece e é isso que envelhece nossa alma. Sempre ficam escondidas e no primeiro tropeço, elas vem e nos fazem cair de vez, e cada vez mais.
A vida não tem sentido. Dores e alegrias também não fazem sentido. Nem o próprio sentido tem sentido.
A vida faz sentido? Não sei. Tentar ser feliz, faz sentido? Talvez. Mas morrer de desilusão porque tentou ser feliz na vida, isso é que não faz nenhum sentido.
O tempo se abre e voltam o céu azul e as nuvens claras. Claras como meu desejo de viver, sem me apaixonar e sofrer, e sem escutar o que a morte que sempre me acompanha, me pede.
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sábado, 17 de outubro de 2009
Simplesmente Assim

Segundos, minutos, horas parecem voar como uma pluma ao vento quando ao seu lado me encontro.
Percebo agora que nem o tempo, nem o pensamento, nem a vida pode ser maior que o amor.
O amor que as pessoas sentem quando gostam de alguém.
O amor que se faz presente todos os dias, a todo tempo.
Sentimento esse que por vezes é tão agradável que chegamos a nos perder no seu manto sensível e que por outroas é tão pesado e insuportável quanto a cruel realidade que nos leva a cada dia para mais longe de nós memos.
Sentimento que vem nas horas mais certas, mesmo que na hora não pareça ou digamos que não.
Impossível fujir desse sentimento e mais impossível ainda resistir a essa bela sensação natural e perfeita que nos deixa assim... apaixonados!
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Improvisar
De olhos abertos eu tento ver o que está bem na minha frente. Tento ver para poder entender.
Lágrimas caem, coração dispara e ainda assim eu não entendo.
As mãos vem ao rosto, passam pelos olhos e agora molhadas, acariciam o ar, o vento.
As pernas paradas e os pés batendo no mesmo lugar, no chão, no ritmo de uma música que só existe na minha cabeça.
Feridas insistem em me fazer sofrer, e buscam qualquer razão para continuar exposta aos meus pensamentos. Dor. É isso que sinto, uma interminável dor que começa na emoção e se espalha até tomar conta de toda minha razão que me corrompe a cada dia. Labios ressecados pelo vento forte de uma terrível solidão, insistem em falar de amor.
E assim vou improvisando neste cenário que é minha vida. Atuando a mais bela e assustadora obra que um dia, alguém escreveu sobre seus dias mais negros. Nesta história, nunca sabemos o que poderá acontecer, nem o que aconteceu pois devemos parar, respirar, não gaguejar e seguir em frente, improvisando.
Dançar na chuva, brincar em dias de temporal e procurar a lua após degustar o mais lindo pôr-do-sol e exaltar o mais belo de todos os crepúsculos. Pensando no que meu colega de cena ira fazer no próximo capítulo, no próximo momento e improvisar, mesmo que eu ainda não tenha entendido ou até mesmo, nunca possa entender.
Escrito por Andrei Rodrigues Lopes
dia 8 de outubro de 2009| Reações: |
terça-feira, 29 de setembro de 2009
NEWS
Gente, ultimamente eu estou bem doidão da cabeça.
Eu já contei que estou escrevendo Ao Pôr-do-Sol né? e já contei que já escrevi apenas 14 paginas? (se não contei, acabei de contar. hehe). Muito bem, continuando… Esses dias a mãe não estava se sentindo bem e pediu pra mim lavar a luça e eu o fiz. Quando estava lavanda a louça, de repente, me veio umas ideias bem malucas pra o próximo livro (ou seja, para a continuação de Ao Pôr-do-Sol). Legal né? eu nem terminei, aliás não estou nem na metade do primeiro livro e já estoui pensando no segundo.
E se tratando de Ao Pôr-do-Sol, eu resolvi não postar no blog. Sei lá, eu fiquei pensando, o livro vai ser uma das primeiras fontes de renda pra mim como escritor e se eu postar no blog, eu não vou vender nada. Tudo bem que a idéia não é vender e sim fazer com que as pessoas gostem, mas cada um precisa lutar com as armas que têm né?!
Então aqui nesse blog, eu postarei contos que eu escrevo, poemas, talvez noticias dos livros, peças teatrais que eu em conjunto com meu grupo escrevemos, re-adaptamos, encenamos (hehehe). Então é isso, estou atrasado para o aTEATRO. e estou com uma gripe dos infernos (com perdão da expressão).
Até a próxima. Valeu meu pessoal.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Nunca Mais
Nunca mais eu quero
sentir esse vazio que me corrompe,
que vai devastando o meu peito
e picoteando a minha alma
Nunca mais eu quero
ouvir de você e de sua boca
palavras que me ferem, me machucam,
que não fui nada ou que fui apenas mais um
Como posso sentir algo
se meu coração está estraçalhado?
aos pedaços e pela metade?
Espere… ainda não vá,
pois a parte que você ocupa em mim
ainda está inteira.
Por isso imploro…
Não me deixe aqui sozinho
Nunca Mais!
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
A VIDA É O DIA DE HOJE,
A VIDA É AI QUE MAL SOA,
A VIDA É SOMBRA QUE FOGE,
A VIDA É NUVEM QUE VOA;
A VIDA É SONHO TÃO LEVE
QUE SE DESFAZ COMO A NEVE
E COMO FUMO SE ESVAI:
A VIDA DURA UM MOMENTO,
MAIS LEVE QUE O PENSAMENTO,
A VIDA LEVA-O O VENTO,
A VIDA É FOLHA QUE CAI!(João de Deus)
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domingo, 13 de setembro de 2009
^^' trilha sonora
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sábado, 12 de setembro de 2009

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