segunda-feira, 16 de novembro de 2009

NoTÍCIAS

Gente, eu ainda estou vivo. Não tenho postado nada no blog porque meu computador estragou, eu estou sem tempo... ihhh, uma função!

Agora eu também estou sem tempo, e passei por aqui para me explicar rapidamente.
Fazem umas 6 semanas, mais de um mês, que minha internet não conectava mais. Que ódio, e para me ajudar mais um pouco meu computador, da noite pro dia parou de funcionar. Ai sim eu tive vontade de jogar tudo pro alto, mas calma. Eu lembrei que existem técnicos no mundo e na minha cidade. Daí meu pai levou o computador lá arrecém essa semana.
Só peço desculpas ficar todo esse tempo sumido sem nenhuma explicação e sem nenhuma atualização.

Eu estou com uns quantos poemas lá em casa, mas devido à falta de tempo e de computador eu fiquei sem postar. Mas eu juro para vocês que isso não irá mais acontecer. Ainda essa semana eu volto com mais poemas para vocês.

Muito Obrigado de coração à todos vocês que acompanham meu blog e à todos aqueles que me apoiam.

Muito Obrigado:
- Meu padrinho Giovane que me emprestou o computador dele para mim fazer meus trabalhos de escola, ver meus e-mails, entrar no orkut, msn, postar no blog agora.
- Ao meu amigo Rafael Nemitz (http://rafaelnemitz.blogspot.com/) que sempre me deu grande apoio e que é um ótimo amigo. Amigo de todas as horas.
- Aos meus amigos Daniel, Vanessa (http://nenhummisterio.blogspot.com/) , Luciele, Rafael, Carol, William, Maique que me proporcionaram alguns dos melhores dias da minha vida (se não todos) nesse tempo que eu andei sumido, inclusive. Gente amo muito vocês.
- À todo mundo que me conhece, que lê os meus textos, os que irão ler e os que me criticam também (Porque não?).

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Dores de um solitário

solidao nao escolhe idade

O tempo fechou, as nuvens ficam negras iguais meus passos, meu  caminho. O relógio volta para trás me fazendo sofrer as mesmas dores de tempos atrás.

O ar pesado dificulta e aperta a respiração, e faz doer o peito. Talvez a saudade e os amores perdidos ajudem a doer. E dói.

Os dias passam e sempre acabam iguais.

O tempo muda, mas é sempre o mesmo, o nosso tempo. O tempo em que vivemos... e morremos.

A vida que nos mata a cada dia, e o tempo que nos leva de uma e nos aproxima da outra. Que nos deixa mais aéreos e com as mesmas feridas.

Dores e mágoas a gente nunca esquece e é isso que envelhece nossa alma. Sempre ficam escondidas e no primeiro tropeço, elas vem e nos fazem cair de vez, e cada vez mais.

A vida não tem sentido. Dores e alegrias também não fazem sentido. Nem o próprio sentido tem sentido.

A vida faz sentido? Não sei. Tentar ser feliz, faz sentido? Talvez. Mas morrer de desilusão porque tentou ser feliz na vida, isso é que não faz nenhum sentido.

O tempo se abre e voltam o céu azul e as nuvens claras. Claras como meu desejo de viver, sem me apaixonar e sofrer, e sem escutar o que a morte que sempre me acompanha, me pede.

sábado, 17 de outubro de 2009

Simplesmente Assim


De repente me senti assim. Olhando para o céu e admirando fielmente a terra, buscando uma explicação.
Segundos, minutos, horas parecem voar como uma pluma ao vento quando ao seu lado me encontro.
Percebo agora que nem o tempo, nem o pensamento, nem a vida pode ser maior que o amor.
O amor que as pessoas sentem quando gostam de alguém.
O amor que se faz presente todos os dias, a todo tempo.
Sentimento esse que por vezes é tão agradável que chegamos a nos perder no seu manto sensível e que por outroas é tão pesado e insuportável quanto a cruel realidade que nos leva a cada dia para mais longe de nós memos.
Sentimento que vem nas horas mais certas, mesmo que na hora não pareça ou digamos que não.
Impossível fujir desse sentimento e mais impossível ainda resistir a essa bela sensação natural e perfeita que nos deixa assim... apaixonados!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Improvisar

sad-copy

De olhos abertos eu tento ver o que está bem na minha frente. Tento ver para poder entender.
Lágrimas caem, coração dispara e ainda assim eu não entendo.
As mãos vem ao rosto, passam pelos olhos e agora molhadas, acariciam o ar, o vento.
As pernas paradas e os pés batendo no mesmo lugar, no chão, no ritmo de uma música que só existe na minha cabeça.
Feridas insistem em me fazer sofrer, e buscam qualquer razão para continuar exposta aos meus pensamentos. Dor. É isso que sinto, uma interminável dor que começa na emoção e se espalha até tomar conta de toda minha razão que me corrompe a cada dia. Labios ressecados pelo vento forte de uma terrível solidão, insistem em falar de amor.
E assim vou improvisando neste cenário que é minha vida. Atuando a mais bela e assustadora obra que um dia, alguém escreveu sobre seus dias mais negros. Nesta história, nunca sabemos o que poderá acontecer, nem o que aconteceu pois devemos parar, respirar, não gaguejar e seguir em frente, improvisando.
Dançar na chuva, brincar em dias de temporal e procurar a lua após degustar o mais lindo pôr-do-sol e exaltar o mais belo de todos os crepúsculos. Pensando no que meu colega de cena ira fazer no próximo capítulo, no próximo momento e improvisar, mesmo que eu ainda não tenha entendido ou até mesmo, nunca possa entender.

Escrito por Andrei Rodrigues Lopes

dia 8 de outubro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

NEWS

Gente, ultimamente eu estou bem doidão da cabeça.

Eu já contei que estou escrevendo Ao Pôr-do-Sol né? e já contei que já escrevi apenas 14 paginas? (se não contei, acabei de contar. hehe). Muito bem, continuando… Esses dias a mãe não estava se sentindo bem e pediu pra mim lavar a luça e eu o fiz. Quando estava lavanda a louça, de repente, me veio umas ideias bem malucas pra o próximo livro (ou seja, para a continuação de Ao Pôr-do-Sol). Legal né? eu nem terminei, aliás não estou nem na metade do primeiro livro e já estoui pensando no segundo.

E se tratando de Ao Pôr-do-Sol, eu resolvi não postar no blog. Sei lá, eu fiquei pensando, o livro vai ser uma das primeiras fontes de renda pra mim como escritor e se eu postar no blog, eu não vou vender nada. Tudo bem que a idéia não é vender e sim fazer com que as pessoas gostem, mas cada um precisa lutar com as armas que têm né?!

Então aqui nesse blog, eu postarei contos que eu escrevo, poemas, talvez noticias dos livros, peças teatrais que eu em conjunto com meu grupo escrevemos, re-adaptamos, encenamos (hehehe). Então é isso, estou atrasado para o aTEATRO. e estou com uma gripe dos infernos (com perdão da expressão).

Até a próxima. Valeu meu pessoal.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Nunca Mais 

 

anjosolitario

 

Nunca mais eu quero

sentir esse vazio que me corrompe,

que vai devastando o meu peito

e picoteando a minha alma

 

Nunca mais eu quero

ouvir de você e de sua boca

palavras que me ferem, me machucam,

que não fui nada ou que fui apenas mais um

 

Como posso sentir algo

se meu coração está estraçalhado?

aos pedaços e pela metade?

 

Espere… ainda não vá,

pois a parte que você ocupa em mim

ainda está inteira.

 

Por isso imploro…

Não me deixe aqui sozinho

Nunca Mais!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Sua Falta


Nada mais é como antes. Simples e subitamente, tudo mudou.
O ar não é mais o mesmo, a visão já está embaçada devido as lágrimas que tomam conta dos meus olhos. A audição está mais aguçada para que eu possa ouvir seus passos, seus risos e suspiros ao se aproximar.
Eu aqui, sozinho, exposto ao vento frio da solidão, mantenho aceso apenas o amor que sinto por você, o que não me deixa congelar e quebrar.
Em um segundo você está aqui, no outro não está mais. Vejo você partir para os braços de outra pessoa, e vejo-me no vazio de um lugar qualquer tentando encontrar teu pensamento, e tentando também, sentir teu toque.
As luzes se apagam, e eu vou caminhando pela rua escura e úmida, tropeçando, resvalando, caindo, te vendo, levantando, te perdendo... MORRENDO!

terça-feira, 15 de setembro de 2009


A VIDA É O DIA DE HOJE,
A VIDA É AI QUE MAL SOA,
A VIDA É SOMBRA QUE FOGE,
A VIDA É NUVEM QUE VOA;
A VIDA É SONHO TÃO LEVE
QUE SE DESFAZ COMO A NEVE
E COMO FUMO SE ESVAI:
A VIDA DURA UM MOMENTO,
MAIS LEVE QUE O PENSAMENTO,
A VIDA LEVA-O O VENTO,
A VIDA É FOLHA QUE CAI!

(João de Deus)

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Esse daqui é o primeiro poema que posto neste blog que não é meu (segundo aliás, porque postei um do meu pai).
Mas assim oh, dia 13 de setembro de 2009, eu fui na Unopar de Santiago realizar o Simulado do Enem e na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias tinha esse poema que eu gostei muito. Tinham outras poesias e textos lá (é claro né ¬¬), porém essa daí foi a que mais me chamou atenção até porque eu concordo plenamente com o Autor.

Um Grande Beijo e até a próxima.

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OBS.: perceberam que eu estou mais frequente no blog? pois é. Agora eu sempre acho um tempinho para vir aqui postar algo. Isso quando a internet tá boa e quando eu tenho o que postar (hsauhsuahsuahsuah), mas eu vou tantar vir aqui com mais frequência.

Abraços

domingo, 13 de setembro de 2009

^^' trilha sonora

gente.. calma que vou explicar. É assim oh: Eu faço parte do Grupo Teatral Opinião, e estamos fazendo uma peça e eu já estou pegando as musicas para fazer a trilha sonora. A nossa peça é uma comédia e se chama O HOMEM QUE VIA A MORTE. E pra quem quiser conferir a nossa trilha sonora é só abrir os link.

OBS.: eu só vou postar os links aqui porque eu não tenho gravador de CD no meu computador e também não tenho como tirar as musicas se eu baixar aqui (estão queimadas as entradas USB¬¬). Então eu só estou postando os links para depois eu poder baixar no computador da minha amiga Vanessa Kayren (http://nenhummisterio.blogspot.com) {que também faz parte do Grupo e na peça vai ser minha esposa hippie}, e gravar num CD a hora que estiver tudo completo já.

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até então são essas as musicas, mas conforme os ensaios vão brotando mais idéias para musicas.


Até a próxima BEIJÃO!

sábado, 12 de setembro de 2009

Mais um dia indeferente



Cinza, preto, branco, dia frio, as mãos geladas, os dedos tremendo e o pensamento delirando.
O chão se abre e as folhas caidas sobre ele caem ainda mais, os galhos balançam e em conjunto com o vento, compõem uma linda melodia de tristeza e solidão.
Os olhos seguem o movimento da paisagem, o coração acelera. Os pés adormecidos tocam a calçada negra, escura.
Nada é tão sóbrio quanto a brisa fria e cortante que paira sobre nossas cabeças e corre por nossas faces, mãos e dedos.
Roxo. A cor das mãos que rabiscam o papel num compasso estranho, num sentido desconhecido. A consciência perdida, os sonhos jogados. A solidão.


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Não sei se precisa eu comentar alguma coisa sobre o que acabei de escrever.

Abraços!